sexta-feira, 20 de junho de 2014

actividade de campo - a flôr amarela

Estando no sopé da Serra da Estrela  a exercitar técnicas Tibetanas permitiu-me observar a divisão, a fronteira entre a natureza e o início da área urbana. Do lado da natureza destaca-se uma bela flôr, cujo nome desconheço, mas a sua tonalidade amarela merece um olhar mais atento pela beleza que tem no quadro verdejante em que me posiciono.
Do outro lado da fronteira, começa a área urbana com edificações recuperadas e outras em total ruína que o tempo há-de definir com mais rigor.
Estou, portanto perante um quadro natural, por um lado da biodiversidade das plantas, da vegetação que desconheço, por outro as ruínas do lado urbano, que de algum modo afecta a paisagem e não faz a transição.
Era inspirador idealizar desta fronteira uma transição com conhecimento criando um Centro Interpretativo da Biodiversidade onde tal flôr amarela avistei.
Projectar a reabilitação de edificação para criar este Observatório da Biodiversidade da Serra da Estrela, possibilitava além de reabilitar as edificações, catalogar as espécies predominantes. Com isto conseguia-se: dar uso a edificações abandonadas e descobrir espécies que poderiam gerar oportunidades e fixar negócios ligados à cosmética e chás. Quem sabe despertar interesse académico e desenvolver conteúdos programáticos.
Foi um momento relaxante, tranquilo !



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