Ideias dubidosas
quarta-feira, 25 de junho de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
Actividade de Campo
Aula do dia 31 de Maio de 2014.
Na aula do dia 31, foi nos proposto que ao ar livre, inseridos na natureza pensasse-mos numa ideia de negócio através da observação de um objecto.
O objecto escolhido foi uma telha partida, esta estava aos meus pés no local que eu escolhi para reflectir sobre a ideia de negócio.
No início foi um bocado difícil pensar num negócio que envolvesse telhas, já que estas hoje em dia têm um uso cada vez menor nas construções, no entanto ainda é um negocio viável. No local em que estava existia também uma casa em ruinas, a casa está completamente destruída e não têm nenhuma parte do telhado original intacta, ao visualizar esse facto surgiu a minha ideia de negócio.
A minha ideia de negocio baseia-se na construção de salas de estar com tecto panorâmico, em que os utilizadores poderiam ter visualização para o exterior ou não, consoante a sua preferência, já que este seria amovível, ou seja, o dono de uma sala deste tipo tinha o poder de decidir como teria o tecto da sua sala, podendo visualizar o céu, ou estando tapado, e sendo assim pareceria uma sala perfeitamente normal.
Na aula do dia 31, foi nos proposto que ao ar livre, inseridos na natureza pensasse-mos numa ideia de negócio através da observação de um objecto.
O objecto escolhido foi uma telha partida, esta estava aos meus pés no local que eu escolhi para reflectir sobre a ideia de negócio.
No início foi um bocado difícil pensar num negócio que envolvesse telhas, já que estas hoje em dia têm um uso cada vez menor nas construções, no entanto ainda é um negocio viável. No local em que estava existia também uma casa em ruinas, a casa está completamente destruída e não têm nenhuma parte do telhado original intacta, ao visualizar esse facto surgiu a minha ideia de negócio.
A minha ideia de negocio baseia-se na construção de salas de estar com tecto panorâmico, em que os utilizadores poderiam ter visualização para o exterior ou não, consoante a sua preferência, já que este seria amovível, ou seja, o dono de uma sala deste tipo tinha o poder de decidir como teria o tecto da sua sala, podendo visualizar o céu, ou estando tapado, e sendo assim pareceria uma sala perfeitamente normal.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Actividade
na natureza
Numa das aulas de marketing e criatividade, o professor
Ricardo pediu-nos para ir para fora da universidade, para estarmos em contacto
com a natureza, por ser um ambiente mais tranquilo, sossegado, e puro. O propósito
deste convívio com a natureza era para a criação de uma nova ideia de negócio.
O professor pediu-nos para estarmos num sitio sozinhos para que nada
prejudicasse a nossa meditação, também fomos orientados para controlar bem a
respiração para assim nos sentirmos “leves”, e abstraídos de tudo, para nos
focarmos no essencial, ter ideias interessantes.
A intenção do professor seria, escolhermos um objecto, e a
partir dai criarmos uma ideia de negócio. Depois de meditar um pouco, escolhi
uma flor, que me chamou bastante a atenção pelo tamanho que tinha (era a maior
que estava naquele espaço) e pelas pequenas ramificações que tinha em amarelo.
A ideia que me surgiu de imediato, influenciado pelo formato
da flor, foi a criação de abajures para candeeiros com materiais naturais, porém,
só os abajures era muito desprovido. Por isso pensei, num novo conceito para
objectos decorativos de casas, onde os materiais eram exclusivamente naturais.
Para além de serem mais baratos, estes objectos poderiam
trazer mais tranquilidade as pessoas que os adquirissem, ligando-as mais à
natureza, principalmente aquelas que vivem em apartamentos nas cidades com
poucos espaços verdes.
Durante esta meditação, também me lembrei de um slogan para
uma futura empresa que se dedicasse ao desenvolvimento destes produtos, que
seria: Ao natural é que é bom.
Manuel Almeida
Actividade de
criatividade feita na aula
A
nossa actividade consistiu em fazer as pessoas sair da sua zona de conforto e
de ver além do óbvio, a partir da inversão de suposições iniciais.
Assumimos
o papel de agentes de um banco com algumas suposições iniciais e a partir daí
criar estratégias de atração de novos clientes.
Dividimos
a turma em quatro grupos e distribuímos a cada grupo uma cartolina, e post its.
Foram
escritas no quadro as ideias que tínhamos iniciais, e a partir das quais cada
grupo deveria definir como poderíamos atrair clientes.
Cinco
minutos depois foi feita a inversão das ideias inicias. Por exemplo, no
primeiro quadro assumimos, os nossos clientes têem dinheiro, no segundo quadro
assumimos, os nossos clientes não têm dinheiro.
Depois
de cada grupo ter criado sugestões para
atração de clientes em função das assunções propostas foram as cartolinas
afixadas no quadro e discutidas as ideias criadas.
O
objetivo foi atingido e até em certa medida superado, uma vez que de acordo com
o feedback que nos deram os colegas, foi possível perceberam qual era o intuito
inicial da actividade, e que esta forma de criar ideias, pode ser interessante
uma vez que permite ver “os dois lados da moeda”, e que qualquer desses lados
tem contributos positivos que pode aportar ao processo criativo.
Grupo
9:
Manuel Almeida, Luís Pinto, João Fernandes
Actividade de Campo
Aula do dia 31 de Maio de 2014.
Numa primeira fase da actividade,
foi-nos proposto que escolhêssemos um local no qual encontrássemos sossego,
tranquilidade e comunhão com a natureza.
Encontrado esse lugar teríamos de
estabelecer o equilíbrio com o espaço de modo a alcançar um estado de completo
relaxamento e concentração. Isto foi conseguido com recurso a exercícios de respiração
e a tensão / distensão corporal.
De seguida, a tarefa a cumprir
era a de encontrar um objecto que nos significasse algo e, a partir de um
enfoque nele, equacionar uma ideia de negócio. Esta associação entre objecto e
ideia poderia ser directa ou indirecta. No meu caso, o objecto que destaco
representa uma metáfora para a ideia de negócio.
O objecto em que me foquei foi um cajado em madeira (provavelmente
de um pastor que por lá tivesse passado).
O significado que
atribuo a um cajado é a de que este constitui um apoio fulcral numa caminhada,
trajecto que pode ser sinuoso, inconstante e instável, sendo nele que nos
apoiamos, auxiliamos nos momentos mais difíceis (de desgaste ou inconsistência,
de maior fraqueza) para conseguirmos alcançar a nossa meta, o sítio ambicionado,
chegar ao fim do percurso, portanto.
A metáfora que
estabeleço é a de que a caminhada
pode representar o início de um negócio (que se pode revelar um processo
bastante difícil, incerto, contingente, sinuoso) e daí a necessidade da
existência de apoio, suporte neste processo (representado
metaforicamente pelo cajado), que pode materializar-se no recurso aos serviços
de uma empresa de consultoria de gestão e
novos negócios, que pode representar um passo fulcral na construção de um
negócio rentável e sustentável.
Não basta que o empreendedor
tenha uma boa ideia de negócio, é também necessário que este esteja munido de
ferramentas ao nível da Gestão e Marketing (tal como a comunicação e vendas,
formulação da estratégia, gestão de recursos humanos, plano de negócios, de
opções de financiamento, entre muitos outros âmbitos) que podem ser asseguradas
por empresas de consultoria, de modo a conseguir potenciar as suas ideias e construir
um negócio bem sucedido.
Em suma, acabo por associar o objecto cajado à constituição de uma empresa de Consultoria de gestão e novos negócios que possa auxiliar novos projectos empresariais a vingarem nesta altura em que o apelo ao empreendedorismo e o conceito de "criação do próprio negócio" são tão difundidos.
Relatório - Actividade de Criatividade
Data: 6 de Junho de 2014
Grupo 4 (Andreia Frade / Carlos Pinto / Diogo Barroco / João Tavares)
Nome da actividade: Museum Madness (“Loucura no Museu”)
Objectivo: gerar ideias
acerca da criação de possíveis actividades ou produtos (gastronómicos,
turísticos, culturais, etc) tendo em conta os recursos naturais, o património
material e imaterial da região onde a cidade da Covilhã se insere), de uma
forma activa e participativa, não contemplativa (diferenciando-se nesta
dimensão da filosofia dominante nos museus).
Procedimento: Foi
pedido que a turma se dividisse em 3 grupos e cada grupo teria de gerar ideias
acerca de possíveis acções ou produtos que pudessem ser criados. Foram afixadas
na parede da sala duas folhas para cada grupo, uma para uma primeira fase de
geração de ideias e uma segunda folha para a fase posterior de geração ideias. Ambas
as fases contemplam um processo intragrupal.
Algumas das Ideias (geradas pelos 3 grupos) acerca produtos ou actividades resultantes da primeira fase foram:
- Criação de um produto de Mel com pedaços de cereja;
- Investigação científica acerca os benefícios medicinais da cereja;
- Realização de Caminhadas na Serra da Estrela;
- Melhoramento nos acessos à Serra, através da implementação
de um teleférico da cidade da Covilhã até à Serra;
- Aposta no Turismo Gastronómico.
Depois da primeira fase concluída e registadas as primeiras
ideias, cada grupo circulou pela sala, observado as sugestões registadas pelos
restantes grupos. Na tentativa de que as ideias dos outros influenciassem as ideias
de cada grupo (e desenrolando-se assim o processo sob uma lógica de “contaminação”
e em cadeia). Procedeu-se, de seguida, a uma segunda fase de criação de ideias, em que cada
grupo voltava a fazer um novo registo de ideias, podendo reestruturar as ideias
obtidas anteriormente ou criar novas ideias).
Registadas as propostas definidas nesta segunda fase, cada grupo teve a
oportunidade de pontuar as melhores ideias geradas pelos restantes grupos (numa
escala de 1 a 5).
As ideias definitivas (do conjunto dos grupos) que obtiveram
melhor pontuação foram as seguintes:
- Planeamento de caminhadas, com a oportunidade de
degustação de produtos regionais (9 pontos);
- Criação de uma aplicação para Smartphone com indicação das
rotas pedestres realizáveis na Serra da Estrela (8 pontos);
- Dinamização de actividades desportivas de natureza (como
por exemplo BTT) aliadas à Fotografia (7 pontos)
Finalmente, trouxemos essas ideias para uma discussão com a
turma, tentando perceber até que ponto seriam exequíveis e quais os recursos
(técnicos, patrimoniais, humanos) que teriam de ser mobilizados para a sua
concretização. Neste sentido foi também discutida a necessária articulação entre dimensão
pública e privada.
No encerramento, foi feita, em conjunto com a turma, a
avaliação da actividade, na tentativa de se compreender qual a importância
deste tipo de processos de interacção grupal na criação de ideias que, a serem aplicáveis,
possam trazer valor acrescentado à actividade de uma empresa ou à valorização
de um território e comunidade (que era, neste nosso caso, o propósito da
actividade).
Por termos sido o primeiro grupo
a realizar esta actividade e por não termos conhecimento de que seria necessária a
elaboração de um relatório para posterior publicação neste Blog, acabámos por, lamentavelmente, não fazer o registo fotográfico da mesma.
domingo, 22 de junho de 2014
Relatório
A Actividade de Criatividade tinha, como pano de
fundo, a ideia desenvolvida por Hall (1994) o Balloon, Balloon, Balloon. Hall desenvolveu uma teoria de brainstorm baseada na convicção de que
ideias absurdas podem gerar ideias positivas e aplicáveis. Foi mais além, e
desenvolveu uma brincadeira que envolve balões e música rock.
Depois de explicar, cuidadosamente, o processo de brainstorm, o grupo foi dividido em três
e foi distribuído papéis e balões pelos mesmos. Tendo como base a revitalização
da cidade da Covilhã, uma vez que a campanha Cidade 5 Estrelas está a ser
abandonada pela atual edilidade, convidamos os colegas da turma a desenvolverem
ideias non-sense sobre a temática. As
mesmas rodavam de grupo em grupo para serem acrescentadas novas ideias à
original.
Depois de efetuada a primeira ronda, pedimos aos
colegas para colocarem os papéis onde escreveram as ideias non-sense, que enchessem os balões e os rebentassem ao som da
música. Tal foi feito, gerando alguma balbúrdia com os balões. As ideias
absurdas foram lidas, uma a uma, e colocadas no quadro. De seguida, pedimos aos
colegas que, tendo em conta as primeiras ideias, elaborassem uma ideia credível
através das mesmas. Foi novamente distribuído balões e papéis pelos três
grupos, com o intuito de criar uma ideia aplicável, com base nas ideias já
geradas.
Os três grupos elaboraram, cada um, as suas ideias e
rebentaram os balões. As mesmas foram colocadas no quadro e sujeitas a votação,
sendo que o próprio grupo não poderia votar na sua ideia. Depois de alguma
hesitação na votação, lá elegeram uma ideia/slogan.
Em resumo, a atividade decorreu bem, com os colegas
a participarem. O facto de haver lugar para uma espécie de brincadeira, com os
balões, ajudou ao processo.
Este género de brainstorm
é muito positivo, pois alia, além de ideias non-sense, a uma brincadeira com
balões e à interatividade entre os diversos grupos.
A ideia primordial que se pode reter é que uma ideia
radicula ou absurda pode gerar ideias sólidas. E que uma brincadeira entre um
grupo de pessoas estimula a criatividade e ajuda ao desenvolvimento do processo
criativo.
Deixamos aqui, como complemento do relatório,
algumas das fotografias tiradas.
Daniel Fonseca |Liliana
Cabral |Tânia Oliveira
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