quarta-feira, 25 de junho de 2014

ACTIVIDADE CRIATIVIDADE - GRUPO 3



RELATÓRIO DA ACTIVIDADE CRIATIVIDADE


            Foi-nos proposto no âmbito da Unidade Curricular de Marketing Empreendedor e Criatividade a realização de várias actividades sendo esta a de criatividade. Esta actividade consistiu em darmos uma aula à turma segundo um plano previamente distribuído ao grupo; isto é, com o nosso tema “Get Crazy”, erámos responsáveis por leccionar a aula durante 45 minutos.
            A nossa actividade começou então às 16:00 horas. Começamos por contabilizar os colegas e dividi-los em pequenos grupos, como eram 18 dividimo-los em 3 grupos de 6 elementos. Cada grupo tinha uma cor: grupo azul, laranja e verde.
            Passámos à explicação da actividade: tinham de trabalhar em equipa e criar ideias malucas, dando um exemplar aos colegas de algumas “Crazy Ideas” do nosso briefing.
            Essa primeira parte da actividade demorou aproximadamente 15 minutos; nesse espaço de tempo o nosso grupo dividiu o quadro em dois para os colegas exporem as ideias malucas que criaram. Os colegas foram bastante colaborantes connosco, o grupo  gerou 31 ideias malucas, o grupo verde gerou 17 ideias e por fim o grupo laranja 15 ideias.
            Acabado o tempo de criação de ideias doidas, o chefe de cada grupo colou as ideias no quadro. O nosso grupo leu todas as ideias para os restantes colegas onde algumas se revelaram bastante “Crazy”:

GRUPO AZUL:
“Se não comprarem, um dragão de 20 cabeças acordará do seu sono eterno debaixo do mar e revoltar-se-á contra o mundo”
“Se não comparem, bomba nuclear no país inteiro do não comprador”
“Se comprar vai ter direito a um jantar com o Manel Luís Goucha”
“Por cada ida às aulas oferecemos cadeiras”

GRUPO VERDE:
“Uma viagem de porshe com o CR7”
“Uma viagem de balão à lua”
“10 minutos de fama na TV”
“Jantar à luz das velas com a Carla Pinheiro”

GRUPO LARANJA:
“Na compra de preservativos de marca “Rebenta Tudo” oferecemos carrinho de bebé”
“Compre o alarme ou assaltamos a casa”
“Na compra de gravata oferecemos funeral da sogra”
“Na compra de vestido de noiva oferta dos papéis do divórcio”

            Seguidamente explicámos qual a tarefa seguinte, escolher a melhor ideia maluca e transformarem-na numa ideia viável e possível; mais uma vez o nosso grupo entregou um exemplar de como transformar as “Crazy Ideas” em “Normal Ideas”. As ideias “crazy”escolhidas pelos grupos foram:

            GRUPO AZUL: “Se comprar 1 fino oferecemos barril”
            GRUPO VERDE: “Uma selfie com a Irina ou apenas com o cartaz”
      GRUPO LARANJA: ”Compras superior a 25€ (loja a sedignar) oferecemos noite no Flamingo”.
            A transformação das ideias malucas em ideias normais  demorou cerca de 10 minutos e as ideias finais foram:

            GRUPO AZUL:  “A equipa que mais litros de cerveja beber no espaço de 1 hora, ganha um barril”
“Na compra de 1 fino, ganha entrada para um sorteio para um barril – Quantos mais beber mais probabilidade de ganhar)”

            GRUPO VERDE: “Selfie com o cartaz da Irina divulgada no Facebook”

         GRUPO LARANJA: “Em compras superiores a 150€ numa casa de pneus oferta de um HOT VOUCHER”.

            Por fim o nosso grupo perguntou aos colegas o que tinham achado das ideias dos outros grupos e abrimos algumas questões a discussão como:

·         O que é uma ideia maluca? Como é que ela se difere da “ideia normal”?
Nesta questão houve divergência de opiniões, um colega afirmou que não há ideias malucas, e que essas é que proliferam e se distinguem.
·         Alguma ideia é realmente louca?
A maior parte dos nossos colegas afirmou que não, que é sempre possível transformá-la numa ideia mais viável sem deixar a “loucura” de fora; e que para a pessoa que tem a ideia não a considera maluca. Também houve quem dissesse que para nós próprios a podemos achar maluca e que temos de a adaptar ao público-alvo, não podemos ter uma ideia radical se o grupo onde a vamos aplicar forem pessoas conservadoras.
·         Quais as vantagens de usar ideias malucas? E desvantagens?
Nas vantagens os colegas disseram que é uma ideia que se diferencia muito das “normal ideas” e desse modo são mais inovadoras;  já nas desvantagens disseram que nem todas as pessoas as aceitam e que depende do público-alvo a que estas se dirigem.

Assim terminou a nossa actividade. O nosso grupo gostou muito da actividade que lhe calhou e tentamos ser o mais dinâmicos possível. A maior parte dos colegas colaborou bastante bem com o grupo, proporcionando que a actividade se desenvolvesse naturalmente. Ultrapassámos ligeiramente o tempo estipulado mas achamos que o balanço da actividade foi bastante positivo.



Bernardo Neves - Carolina Figueiredo - Joana Leal - Sabrina Ramos

terça-feira, 24 de junho de 2014

Actividade de Campo

Aula do dia 31 de Maio de 2014.

Na aula do dia 31, foi nos proposto que ao ar livre, inseridos na natureza pensasse-mos numa ideia de negócio através da observação de um objecto.
O objecto escolhido foi uma telha partida, esta estava aos meus pés no local que eu escolhi para reflectir sobre a ideia de negócio.
No início foi um bocado difícil pensar num negócio que envolvesse telhas, já que estas hoje em dia têm um uso cada vez menor nas construções, no entanto ainda é um negocio viável. No local em que estava existia também uma casa em ruinas, a casa está completamente destruída e não têm nenhuma parte do telhado original intacta, ao visualizar esse facto surgiu a minha ideia de negócio.
A minha ideia de negocio baseia-se na construção de salas de estar com tecto panorâmico, em que os utilizadores poderiam ter visualização para o exterior ou não, consoante a sua preferência, já que este seria amovível, ou seja, o dono de uma sala deste tipo tinha o poder de decidir como teria o tecto da sua sala, podendo visualizar o céu, ou estando tapado, e sendo assim pareceria uma sala perfeitamente normal.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Actividade na natureza


Numa das aulas de marketing e criatividade, o professor Ricardo pediu-nos para ir para fora da universidade, para estarmos em contacto com a natureza, por ser um ambiente mais tranquilo, sossegado, e puro. O propósito deste convívio com a natureza era para a criação de uma nova ideia de negócio. O professor pediu-nos para estarmos num sitio sozinhos para que nada prejudicasse a nossa meditação, também fomos orientados para controlar bem a respiração para assim nos sentirmos “leves”, e abstraídos de tudo, para nos focarmos no essencial, ter ideias interessantes.
A intenção do professor seria, escolhermos um objecto, e a partir dai criarmos uma ideia de negócio. Depois de meditar um pouco, escolhi uma flor, que me chamou bastante a atenção pelo tamanho que tinha (era a maior que estava naquele espaço) e pelas pequenas ramificações que tinha em amarelo.
A ideia que me surgiu de imediato, influenciado pelo formato da flor, foi a criação de abajures para candeeiros com materiais naturais, porém, só os abajures era muito desprovido. Por isso pensei, num novo conceito para objectos decorativos de casas, onde os materiais eram exclusivamente naturais.
Para além de serem mais baratos, estes objectos poderiam trazer mais tranquilidade as pessoas que os adquirissem, ligando-as mais à natureza, principalmente aquelas que vivem em apartamentos nas cidades com poucos espaços verdes.
Durante esta meditação, também me lembrei de um slogan para uma futura empresa que se dedicasse ao desenvolvimento destes produtos, que seria: Ao natural é que é bom.


Manuel Almeida
Actividade de criatividade feita na aula

A nossa actividade consistiu em fazer as pessoas sair da sua zona de conforto e de ver além do óbvio, a partir da inversão de suposições iniciais.
Assumimos o papel de agentes de um banco com algumas suposições iniciais e a partir daí criar estratégias de atração de novos clientes.
Dividimos a turma em quatro grupos e distribuímos a cada grupo uma cartolina, e post its.
Foram escritas no quadro as ideias que tínhamos iniciais, e a partir das quais cada grupo deveria definir como poderíamos atrair clientes.
Cinco minutos depois foi feita a inversão das ideias inicias. Por exemplo, no primeiro quadro assumimos, os nossos clientes têem dinheiro, no segundo quadro assumimos, os nossos clientes não têm dinheiro.
Depois de cada grupo ter  criado sugestões para atração de clientes em função das assunções propostas foram as cartolinas afixadas no quadro e discutidas as ideias criadas.
O objetivo foi atingido e até em certa medida superado, uma vez que de acordo com o feedback que nos deram os colegas, foi possível perceberam qual era o intuito inicial da actividade, e que esta forma de criar ideias, pode ser interessante uma vez que permite ver “os dois lados da moeda”, e que qualquer desses lados tem contributos positivos que pode aportar ao processo criativo.


Grupo 9: Manuel Almeida, Luís Pinto, João Fernandes 
Actividade de Campo


Aula do dia 31 de Maio de 2014.

Numa primeira fase da actividade, foi-nos proposto que escolhêssemos um local no qual encontrássemos sossego, tranquilidade e comunhão com a natureza.

Encontrado esse lugar teríamos de estabelecer o equilíbrio com o espaço de modo a alcançar um estado de completo relaxamento e concentração. Isto foi conseguido com recurso a exercícios de respiração e a tensão / distensão corporal.

De seguida, a tarefa a cumprir era a de encontrar um objecto que nos significasse algo e, a partir de um enfoque nele, equacionar uma ideia de negócio. Esta associação entre objecto e ideia poderia ser directa ou indirecta. No meu caso, o objecto que destaco representa uma metáfora para a ideia de negócio.
O objecto em que me foquei foi um cajado em madeira (provavelmente de um pastor que por lá tivesse passado).

O significado que atribuo a um cajado é a de que este constitui um apoio fulcral numa caminhada, trajecto que pode ser sinuoso, inconstante e instável, sendo nele que nos apoiamos, auxiliamos nos momentos mais difíceis (de desgaste ou inconsistência, de maior fraqueza) para conseguirmos alcançar a nossa meta, o sítio ambicionado, chegar ao fim do percurso, portanto.

A metáfora que estabeleço é a de que a caminhada pode representar o início de um negócio (que se pode revelar um processo bastante difícil, incerto, contingente, sinuoso) e daí a necessidade da existência de apoio, suporte neste processo (representado metaforicamente pelo cajado), que pode materializar-se no recurso aos serviços de uma empresa de consultoria de gestão e novos negócios, que pode representar um passo fulcral na construção de um negócio rentável e sustentável.

Não basta que o empreendedor tenha uma boa ideia de negócio, é também necessário que este esteja munido de ferramentas ao nível da Gestão e Marketing (tal como a comunicação e vendas, formulação da estratégia, gestão de recursos humanos, plano de negócios, de opções de financiamento, entre muitos outros âmbitos) que podem ser asseguradas por empresas de consultoria, de modo a conseguir potenciar as suas ideias e construir um negócio bem sucedido.


Em suma, acabo por associar o objecto cajado à constituição de uma empresa de Consultoria de gestão e novos negócios que possa auxiliar novos projectos empresariais a vingarem nesta altura em que o apelo ao empreendedorismo e o conceito de "criação do próprio negócio" são tão difundidos.

Relatório - Actividade de Criatividade


Data: 6 de Junho de 2014

Grupo 4  (Andreia Frade / Carlos Pinto / Diogo Barroco / João Tavares)

Nome da actividade: Museum Madness (“Loucura no Museu”) 

Objectivo: gerar ideias acerca da criação de possíveis actividades ou produtos (gastronómicos, turísticos, culturais, etc) tendo em conta os recursos naturais, o património material e imaterial da região onde a cidade da Covilhã se insere), de uma forma activa e participativa, não contemplativa (diferenciando-se nesta dimensão da filosofia dominante nos museus).

Procedimento: Foi pedido que a turma se dividisse em 3 grupos e cada grupo teria de gerar ideias acerca de possíveis acções ou produtos que pudessem ser criados. Foram afixadas na parede da sala duas folhas para cada grupo, uma para uma primeira fase de geração de ideias e uma segunda folha para a fase posterior de geração ideias. Ambas as fases contemplam um processo intragrupal. 

Algumas das Ideias (geradas pelos 3 grupos) acerca produtos ou actividades resultantes da primeira fase foram:
- Criação de um produto de Mel com pedaços de cereja;
- Investigação científica acerca os benefícios medicinais da cereja;
- Realização de Caminhadas na Serra da Estrela;
- Melhoramento nos acessos à Serra, através da implementação de um teleférico da cidade da Covilhã até à Serra;
- Aposta no Turismo Gastronómico.

Depois da primeira fase concluída e registadas as primeiras ideias, cada grupo circulou pela sala, observado as sugestões registadas pelos restantes grupos. Na tentativa de que as ideias dos outros influenciassem as ideias de cada grupo (e desenrolando-se assim o processo sob uma lógica de “contaminação” e em cadeia). Procedeu-se, de seguida, a uma segunda fase de criação de ideias, em que cada grupo voltava a fazer um novo registo de ideias, podendo reestruturar as ideias obtidas anteriormente ou criar novas ideias).

Registadas as propostas definidas nesta segunda fase, cada grupo teve a oportunidade de pontuar as melhores ideias geradas pelos restantes grupos (numa escala de 1 a 5).

As ideias definitivas (do conjunto dos grupos) que obtiveram melhor pontuação foram as seguintes:
- Planeamento de caminhadas, com a oportunidade de degustação de produtos regionais (9 pontos);
- Criação de uma aplicação para Smartphone com indicação das rotas pedestres realizáveis na Serra da Estrela (8 pontos);
- Dinamização de actividades desportivas de natureza (como por exemplo BTT) aliadas à Fotografia (7 pontos)

Finalmente, trouxemos essas ideias para uma discussão com a turma, tentando perceber até que ponto seriam exequíveis e quais os recursos (técnicos, patrimoniais, humanos) que teriam de ser mobilizados para a sua concretização. Neste sentido foi também discutida a necessária articulação entre dimensão pública e privada.

No encerramento, foi feita, em conjunto com a turma, a avaliação da actividade, na tentativa de se compreender qual a importância deste tipo de processos de interacção grupal na criação de ideias que, a serem aplicáveis, possam trazer valor acrescentado à actividade de uma empresa ou à valorização de um território e comunidade (que era, neste nosso caso, o propósito da actividade).   

Por termos sido o primeiro grupo a realizar esta actividade e por não termos conhecimento de que seria necessária a elaboração de um relatório para posterior publicação neste Blog, acabámos por, lamentavelmente, não fazer o registo fotográfico da mesma. 

domingo, 22 de junho de 2014

Relatório

A Actividade de Criatividade tinha, como pano de fundo, a ideia desenvolvida por Hall (1994) o Balloon, Balloon, Balloon. Hall desenvolveu uma teoria de brainstorm baseada na convicção de que ideias absurdas podem gerar ideias positivas e aplicáveis. Foi mais além, e desenvolveu uma brincadeira que envolve balões e música rock.
Depois de explicar, cuidadosamente, o processo de brainstorm, o grupo foi dividido em três e foi distribuído papéis e balões pelos mesmos. Tendo como base a revitalização da cidade da Covilhã, uma vez que a campanha Cidade 5 Estrelas está a ser abandonada pela atual edilidade, convidamos os colegas da turma a desenvolverem ideias non-sense sobre a temática. As mesmas rodavam de grupo em grupo para serem acrescentadas novas ideias à original.
Depois de efetuada a primeira ronda, pedimos aos colegas para colocarem os papéis onde escreveram as ideias non-sense, que enchessem os balões e os rebentassem ao som da música. Tal foi feito, gerando alguma balbúrdia com os balões. As ideias absurdas foram lidas, uma a uma, e colocadas no quadro. De seguida, pedimos aos colegas que, tendo em conta as primeiras ideias, elaborassem uma ideia credível através das mesmas. Foi novamente distribuído balões e papéis pelos três grupos, com o intuito de criar uma ideia aplicável, com base nas ideias já geradas.
Os três grupos elaboraram, cada um, as suas ideias e rebentaram os balões. As mesmas foram colocadas no quadro e sujeitas a votação, sendo que o próprio grupo não poderia votar na sua ideia. Depois de alguma hesitação na votação, lá elegeram uma ideia/slogan.
Em resumo, a atividade decorreu bem, com os colegas a participarem. O facto de haver lugar para uma espécie de brincadeira, com os balões, ajudou ao processo.
Este género de brainstorm é muito positivo, pois alia, além de ideias non-sense, a uma brincadeira com balões e à interatividade entre os diversos grupos.
A ideia primordial que se pode reter é que uma ideia radicula ou absurda pode gerar ideias sólidas. E que uma brincadeira entre um grupo de pessoas estimula a criatividade e ajuda ao desenvolvimento do processo criativo.

Deixamos aqui, como complemento do relatório, algumas das fotografias tiradas.






Daniel Fonseca |Liliana Cabral |Tânia Oliveira