quarta-feira, 25 de junho de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
Actividade de Campo
Aula do dia 31 de Maio de 2014.
Na aula do dia 31, foi nos proposto que ao ar livre, inseridos na natureza pensasse-mos numa ideia de negócio através da observação de um objecto.
O objecto escolhido foi uma telha partida, esta estava aos meus pés no local que eu escolhi para reflectir sobre a ideia de negócio.
No início foi um bocado difícil pensar num negócio que envolvesse telhas, já que estas hoje em dia têm um uso cada vez menor nas construções, no entanto ainda é um negocio viável. No local em que estava existia também uma casa em ruinas, a casa está completamente destruída e não têm nenhuma parte do telhado original intacta, ao visualizar esse facto surgiu a minha ideia de negócio.
A minha ideia de negocio baseia-se na construção de salas de estar com tecto panorâmico, em que os utilizadores poderiam ter visualização para o exterior ou não, consoante a sua preferência, já que este seria amovível, ou seja, o dono de uma sala deste tipo tinha o poder de decidir como teria o tecto da sua sala, podendo visualizar o céu, ou estando tapado, e sendo assim pareceria uma sala perfeitamente normal.
Na aula do dia 31, foi nos proposto que ao ar livre, inseridos na natureza pensasse-mos numa ideia de negócio através da observação de um objecto.
O objecto escolhido foi uma telha partida, esta estava aos meus pés no local que eu escolhi para reflectir sobre a ideia de negócio.
No início foi um bocado difícil pensar num negócio que envolvesse telhas, já que estas hoje em dia têm um uso cada vez menor nas construções, no entanto ainda é um negocio viável. No local em que estava existia também uma casa em ruinas, a casa está completamente destruída e não têm nenhuma parte do telhado original intacta, ao visualizar esse facto surgiu a minha ideia de negócio.
A minha ideia de negocio baseia-se na construção de salas de estar com tecto panorâmico, em que os utilizadores poderiam ter visualização para o exterior ou não, consoante a sua preferência, já que este seria amovível, ou seja, o dono de uma sala deste tipo tinha o poder de decidir como teria o tecto da sua sala, podendo visualizar o céu, ou estando tapado, e sendo assim pareceria uma sala perfeitamente normal.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Actividade
na natureza
Numa das aulas de marketing e criatividade, o professor
Ricardo pediu-nos para ir para fora da universidade, para estarmos em contacto
com a natureza, por ser um ambiente mais tranquilo, sossegado, e puro. O propósito
deste convívio com a natureza era para a criação de uma nova ideia de negócio.
O professor pediu-nos para estarmos num sitio sozinhos para que nada
prejudicasse a nossa meditação, também fomos orientados para controlar bem a
respiração para assim nos sentirmos “leves”, e abstraídos de tudo, para nos
focarmos no essencial, ter ideias interessantes.
A intenção do professor seria, escolhermos um objecto, e a
partir dai criarmos uma ideia de negócio. Depois de meditar um pouco, escolhi
uma flor, que me chamou bastante a atenção pelo tamanho que tinha (era a maior
que estava naquele espaço) e pelas pequenas ramificações que tinha em amarelo.
A ideia que me surgiu de imediato, influenciado pelo formato
da flor, foi a criação de abajures para candeeiros com materiais naturais, porém,
só os abajures era muito desprovido. Por isso pensei, num novo conceito para
objectos decorativos de casas, onde os materiais eram exclusivamente naturais.
Para além de serem mais baratos, estes objectos poderiam
trazer mais tranquilidade as pessoas que os adquirissem, ligando-as mais à
natureza, principalmente aquelas que vivem em apartamentos nas cidades com
poucos espaços verdes.
Durante esta meditação, também me lembrei de um slogan para
uma futura empresa que se dedicasse ao desenvolvimento destes produtos, que
seria: Ao natural é que é bom.
Manuel Almeida
Actividade de
criatividade feita na aula
A
nossa actividade consistiu em fazer as pessoas sair da sua zona de conforto e
de ver além do óbvio, a partir da inversão de suposições iniciais.
Assumimos
o papel de agentes de um banco com algumas suposições iniciais e a partir daí
criar estratégias de atração de novos clientes.
Dividimos
a turma em quatro grupos e distribuímos a cada grupo uma cartolina, e post its.
Foram
escritas no quadro as ideias que tínhamos iniciais, e a partir das quais cada
grupo deveria definir como poderíamos atrair clientes.
Cinco
minutos depois foi feita a inversão das ideias inicias. Por exemplo, no
primeiro quadro assumimos, os nossos clientes têem dinheiro, no segundo quadro
assumimos, os nossos clientes não têm dinheiro.
Depois
de cada grupo ter criado sugestões para
atração de clientes em função das assunções propostas foram as cartolinas
afixadas no quadro e discutidas as ideias criadas.
O
objetivo foi atingido e até em certa medida superado, uma vez que de acordo com
o feedback que nos deram os colegas, foi possível perceberam qual era o intuito
inicial da actividade, e que esta forma de criar ideias, pode ser interessante
uma vez que permite ver “os dois lados da moeda”, e que qualquer desses lados
tem contributos positivos que pode aportar ao processo criativo.
Grupo
9:
Manuel Almeida, Luís Pinto, João Fernandes
Actividade de Campo
Aula do dia 31 de Maio de 2014.
Numa primeira fase da actividade,
foi-nos proposto que escolhêssemos um local no qual encontrássemos sossego,
tranquilidade e comunhão com a natureza.
Encontrado esse lugar teríamos de
estabelecer o equilíbrio com o espaço de modo a alcançar um estado de completo
relaxamento e concentração. Isto foi conseguido com recurso a exercícios de respiração
e a tensão / distensão corporal.
De seguida, a tarefa a cumprir
era a de encontrar um objecto que nos significasse algo e, a partir de um
enfoque nele, equacionar uma ideia de negócio. Esta associação entre objecto e
ideia poderia ser directa ou indirecta. No meu caso, o objecto que destaco
representa uma metáfora para a ideia de negócio.
O objecto em que me foquei foi um cajado em madeira (provavelmente
de um pastor que por lá tivesse passado).
O significado que
atribuo a um cajado é a de que este constitui um apoio fulcral numa caminhada,
trajecto que pode ser sinuoso, inconstante e instável, sendo nele que nos
apoiamos, auxiliamos nos momentos mais difíceis (de desgaste ou inconsistência,
de maior fraqueza) para conseguirmos alcançar a nossa meta, o sítio ambicionado,
chegar ao fim do percurso, portanto.
A metáfora que
estabeleço é a de que a caminhada
pode representar o início de um negócio (que se pode revelar um processo
bastante difícil, incerto, contingente, sinuoso) e daí a necessidade da
existência de apoio, suporte neste processo (representado
metaforicamente pelo cajado), que pode materializar-se no recurso aos serviços
de uma empresa de consultoria de gestão e
novos negócios, que pode representar um passo fulcral na construção de um
negócio rentável e sustentável.
Não basta que o empreendedor
tenha uma boa ideia de negócio, é também necessário que este esteja munido de
ferramentas ao nível da Gestão e Marketing (tal como a comunicação e vendas,
formulação da estratégia, gestão de recursos humanos, plano de negócios, de
opções de financiamento, entre muitos outros âmbitos) que podem ser asseguradas
por empresas de consultoria, de modo a conseguir potenciar as suas ideias e construir
um negócio bem sucedido.
Em suma, acabo por associar o objecto cajado à constituição de uma empresa de Consultoria de gestão e novos negócios que possa auxiliar novos projectos empresariais a vingarem nesta altura em que o apelo ao empreendedorismo e o conceito de "criação do próprio negócio" são tão difundidos.
Relatório - Actividade de Criatividade
Data: 6 de Junho de 2014
Grupo 4 (Andreia Frade / Carlos Pinto / Diogo Barroco / João Tavares)
Nome da actividade: Museum Madness (“Loucura no Museu”)
Objectivo: gerar ideias
acerca da criação de possíveis actividades ou produtos (gastronómicos,
turísticos, culturais, etc) tendo em conta os recursos naturais, o património
material e imaterial da região onde a cidade da Covilhã se insere), de uma
forma activa e participativa, não contemplativa (diferenciando-se nesta
dimensão da filosofia dominante nos museus).
Procedimento: Foi
pedido que a turma se dividisse em 3 grupos e cada grupo teria de gerar ideias
acerca de possíveis acções ou produtos que pudessem ser criados. Foram afixadas
na parede da sala duas folhas para cada grupo, uma para uma primeira fase de
geração de ideias e uma segunda folha para a fase posterior de geração ideias. Ambas
as fases contemplam um processo intragrupal.
Algumas das Ideias (geradas pelos 3 grupos) acerca produtos ou actividades resultantes da primeira fase foram:
- Criação de um produto de Mel com pedaços de cereja;
- Investigação científica acerca os benefícios medicinais da cereja;
- Realização de Caminhadas na Serra da Estrela;
- Melhoramento nos acessos à Serra, através da implementação
de um teleférico da cidade da Covilhã até à Serra;
- Aposta no Turismo Gastronómico.
Depois da primeira fase concluída e registadas as primeiras
ideias, cada grupo circulou pela sala, observado as sugestões registadas pelos
restantes grupos. Na tentativa de que as ideias dos outros influenciassem as ideias
de cada grupo (e desenrolando-se assim o processo sob uma lógica de “contaminação”
e em cadeia). Procedeu-se, de seguida, a uma segunda fase de criação de ideias, em que cada
grupo voltava a fazer um novo registo de ideias, podendo reestruturar as ideias
obtidas anteriormente ou criar novas ideias).
Registadas as propostas definidas nesta segunda fase, cada grupo teve a
oportunidade de pontuar as melhores ideias geradas pelos restantes grupos (numa
escala de 1 a 5).
As ideias definitivas (do conjunto dos grupos) que obtiveram
melhor pontuação foram as seguintes:
- Planeamento de caminhadas, com a oportunidade de
degustação de produtos regionais (9 pontos);
- Criação de uma aplicação para Smartphone com indicação das
rotas pedestres realizáveis na Serra da Estrela (8 pontos);
- Dinamização de actividades desportivas de natureza (como
por exemplo BTT) aliadas à Fotografia (7 pontos)
Finalmente, trouxemos essas ideias para uma discussão com a
turma, tentando perceber até que ponto seriam exequíveis e quais os recursos
(técnicos, patrimoniais, humanos) que teriam de ser mobilizados para a sua
concretização. Neste sentido foi também discutida a necessária articulação entre dimensão
pública e privada.
No encerramento, foi feita, em conjunto com a turma, a
avaliação da actividade, na tentativa de se compreender qual a importância
deste tipo de processos de interacção grupal na criação de ideias que, a serem aplicáveis,
possam trazer valor acrescentado à actividade de uma empresa ou à valorização
de um território e comunidade (que era, neste nosso caso, o propósito da
actividade).
Por termos sido o primeiro grupo
a realizar esta actividade e por não termos conhecimento de que seria necessária a
elaboração de um relatório para posterior publicação neste Blog, acabámos por, lamentavelmente, não fazer o registo fotográfico da mesma.
domingo, 22 de junho de 2014
Relatório
A Actividade de Criatividade tinha, como pano de
fundo, a ideia desenvolvida por Hall (1994) o Balloon, Balloon, Balloon. Hall desenvolveu uma teoria de brainstorm baseada na convicção de que
ideias absurdas podem gerar ideias positivas e aplicáveis. Foi mais além, e
desenvolveu uma brincadeira que envolve balões e música rock.
Depois de explicar, cuidadosamente, o processo de brainstorm, o grupo foi dividido em três
e foi distribuído papéis e balões pelos mesmos. Tendo como base a revitalização
da cidade da Covilhã, uma vez que a campanha Cidade 5 Estrelas está a ser
abandonada pela atual edilidade, convidamos os colegas da turma a desenvolverem
ideias non-sense sobre a temática. As
mesmas rodavam de grupo em grupo para serem acrescentadas novas ideias à
original.
Depois de efetuada a primeira ronda, pedimos aos
colegas para colocarem os papéis onde escreveram as ideias non-sense, que enchessem os balões e os rebentassem ao som da
música. Tal foi feito, gerando alguma balbúrdia com os balões. As ideias
absurdas foram lidas, uma a uma, e colocadas no quadro. De seguida, pedimos aos
colegas que, tendo em conta as primeiras ideias, elaborassem uma ideia credível
através das mesmas. Foi novamente distribuído balões e papéis pelos três
grupos, com o intuito de criar uma ideia aplicável, com base nas ideias já
geradas.
Os três grupos elaboraram, cada um, as suas ideias e
rebentaram os balões. As mesmas foram colocadas no quadro e sujeitas a votação,
sendo que o próprio grupo não poderia votar na sua ideia. Depois de alguma
hesitação na votação, lá elegeram uma ideia/slogan.
Em resumo, a atividade decorreu bem, com os colegas
a participarem. O facto de haver lugar para uma espécie de brincadeira, com os
balões, ajudou ao processo.
Este género de brainstorm
é muito positivo, pois alia, além de ideias non-sense, a uma brincadeira com
balões e à interatividade entre os diversos grupos.
A ideia primordial que se pode reter é que uma ideia
radicula ou absurda pode gerar ideias sólidas. E que uma brincadeira entre um
grupo de pessoas estimula a criatividade e ajuda ao desenvolvimento do processo
criativo.
Deixamos aqui, como complemento do relatório,
algumas das fotografias tiradas.
Daniel Fonseca |Liliana
Cabral |Tânia Oliveira
Através de uma aula temática, foi proposto a realização de uma espécie de meditação com a finalidade de chegarmos a uma ideia de negócio.
Essa proposta foi realizada ao ar livre, numa micro floresta na encosta da serra da estrela, era nos pedido para nos inspirarmos num objecto qualquer que nos cativasse a atenção, mas sem antes realizar uma serie de exercícios para esvaziar a nossa mente e desse modo aumentar a nossa concentração e a nossa criatividade.
O meu objecto de inspiração foi um simples mas composto ramo de uma planta, que tinha um numero variado de folhas, assim como tudo o que é criado pela natureza era simples e eficaz, dois requisitos principais da minha ideia de negócio.
Todos nós já fomos a uma esplanada e sabemos bem que embora o número de guarda-sois seja significativo, muitos mesas não são resguardadas e muitas ficam ao sol abrasador.
A minha ideia é pegar na arquitectura de um ramo de folhas e criar uma nova forma de vermos os guarda-sois.
O aspecto seria como o dum ramo, tendo várias folhas, diminuindo assim o numero de guarda-sois mas aumentado o número de área onde a sombra dominava.
Além de as folhas estarem em níveis de altura diferentes, haveria a possibilidade de rotação de modo a poder estrategicamente colocar a sombra no sitio certo.
Isto facilitaria pois o número de guarda-sois diminuía, não sendo necessário um numero elevado de guarda-sois onde a sombra não teria grande espaço de manobra, mas sim um numero mais reduzido e como mais valia a possibilidade de cobrir mais metros quadrados com sombra, fazendo assim com que o consumidor desfruta-se de um dia de sol refrescado.
Bernardo Neves
Essa proposta foi realizada ao ar livre, numa micro floresta na encosta da serra da estrela, era nos pedido para nos inspirarmos num objecto qualquer que nos cativasse a atenção, mas sem antes realizar uma serie de exercícios para esvaziar a nossa mente e desse modo aumentar a nossa concentração e a nossa criatividade.
O meu objecto de inspiração foi um simples mas composto ramo de uma planta, que tinha um numero variado de folhas, assim como tudo o que é criado pela natureza era simples e eficaz, dois requisitos principais da minha ideia de negócio.
Todos nós já fomos a uma esplanada e sabemos bem que embora o número de guarda-sois seja significativo, muitos mesas não são resguardadas e muitas ficam ao sol abrasador.
A minha ideia é pegar na arquitectura de um ramo de folhas e criar uma nova forma de vermos os guarda-sois.
O aspecto seria como o dum ramo, tendo várias folhas, diminuindo assim o numero de guarda-sois mas aumentado o número de área onde a sombra dominava.
Além de as folhas estarem em níveis de altura diferentes, haveria a possibilidade de rotação de modo a poder estrategicamente colocar a sombra no sitio certo.
Isto facilitaria pois o número de guarda-sois diminuía, não sendo necessário um numero elevado de guarda-sois onde a sombra não teria grande espaço de manobra, mas sim um numero mais reduzido e como mais valia a possibilidade de cobrir mais metros quadrados com sombra, fazendo assim com que o consumidor desfruta-se de um dia de sol refrescado.
Bernardo Neves
sábado, 21 de junho de 2014
Actividade ao ar livre
No dia 31 de Maio, foi-nos lançado um desafio que
seria a criação de uma ideia de negócio através do contacto com a natureza. Por
ser um ambiente mais tranquilo o professor Ricardo reforçou a ideia de que o
contacto com a natureza é um dos elementos mais importantes para a criação de
uma nova ideia de negócio devido à calma que nos transmite, o que na realidade
se verificou. O objectivo seria estarmos num local completamente sozinhos para
que nada prejudicasse a nossa concentração, o nosso foco teria que ser única
exclusivamente na natureza.
A minha ideia de negócio surgiu então através de uma
simples folha, e uma vez que o chá é uma bebida feita através da infusão de
folhas, flores, etc. porque não uma casa de chá? Foi esta a ideia que
repentinamente me surgiu. O intuito seria para além da existência de chás dos
mais variados tipos, a elaboração de doces tradicionais. O espaço teria uma
parte dedicada à venda dos doces tradicionais, enquanto que a outra parte
funcionaria como um café normal para que as pessoas se pudessem sentar e
descontrair, sem nunca perder o conceito.
Uma vez que a maioria das pessoas actualmente aposta principalmente na periferia da cidade da Covilhã, a casa de chá iria em contrário a isso e localizar-se-ia
no centro da cidade, o que talvez fosse de certo modo uma pequena ajuda para a
sua dinamização, ou pelo menos talvez aumentasse um pouco a afluência de
pessoas no local.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Actividade de Campo
No âmbito da disciplina "Marketing Empreendedor e Criatividade" inserida no plano de estudos do 2º Ciclo em Marketing, o professor Ricardo Rodrigues lançou-nos um desafio em plena aula num sábado de manhã.
O desafio consistia em irmos para o campo desenvolver as nossas capacidades criativas enquanto estávamos em contacto com a natureza!
A ideia seria então, através da concentração num objecto à nossa escolha, criarmos um negócio. Primeiramente, o professor Ricardo pediu-nos que nos abstraíssemos de tudo o resto, que nos posicionássemos numa zona confortável à nossa escolha e que não falássemos com ninguém.
Concentrar a respiração e focarmo-nos numa zona do nosso corpo seria ideal para deste modo nos centrarmos no nosso "eu" e assim conseguirmos ter ideias interessantes.
O objecto que eu escolhi (mas não colhi) foi uma papoila. E porquê uma papoila? A papoila pela sua característica cor laranja, lembra-me a alegria. Por ser uma cor quente, lembra-me o Verão! Então a minha ideia de negócio surge um bocado nesse sentido...
Considero-me uma pessoa observadora e tenho notado que muitas pessoas que se deslocam ao Serra Shopping na Covilhã no Verão (e até no Inverno) para comer gelados de propósito na Olá. Daí surge a minha ideia de criar p.e. numa localização mais acolhedora e natural, o conceito de uma gelataria. O que tenho reparado é que apesar das pessoas gostarem de se deslocar ao Serra Shopping para comer o seu adorado gelados (e variados do gelado) passam lá pouco tempo dentro do estabelecimento, talvez pelo facto de não lhes oferecer nada mais apelativo, para além do prazer de saborear o gelado. Então a minha sugestão seria, criar esta gelataria numa zona verde agradável à vista como é o Jardim do Lago.
Como infelizmente, nem tudo na nossa cidade tem bons resultados, penso que se a marca Santini se aliasse a esta ideia de negócio, iria trazer muitos benefícios no posicionamento da qualidade dos gelados. Tendo em conta que esta marca tem um equity bastante forte em Portugal e não só, seria de facto uma mais valia para o negócio.
O negócio dos gelados é de certa forma sazonal, embora ainda existam muitos apreciadores que os consomem em todas as épocas do ano. No entanto, de modo a que no Inverno a gelataria/crepearia não perdesse a sua clientela, a ideia será também complementar o serviço aos clientes através de outras alternativas que não apenas o gelado, como por exemplo, crepes, waffles, bebidas quentes (capuccino, chocolate quente, café de viena, entre outros), bebidas frias (p.e. batidos e cocktails). Mesmo assim, todos os produtos acima supracitados poderiam ser acompanhados de uma bola de gelado e assim a essência do négocio mantinha-se!
Muitas ideias podem surgir aquando a implementação do negócio, como por exemplo, a criação de workshops para as crianças, de modo a que estas aprendessem a fazer o seu próprio gelado de uma maneira mais saudável (com menos açúcar e mais leite e vitaminas); a realização de festas temáticas também poderiam até ser uma mais valia para a própria gelataria, p.e. festas de aniversário, festas no Dia dos Avós, entre outras.
Tendo em conta que a introdução de novas características nos produtos é importante para o cliente, a gelataria também poderia ser pioneira na criação de novos sabores, como por exemplo, o sabor da Cereja do Fundão e aqui, aliar-se ia um novo conceito através do know-how dos produtores deste fruto...
Eu sei que todas estas ideias são um tanto ou quanto sonhadoras da minha parte, mas "é o sonho que comanda a vida" e é a partir do sonho que nós ganhamos motivação para traçar um rumo à nossa vida!
O desafio consistia em irmos para o campo desenvolver as nossas capacidades criativas enquanto estávamos em contacto com a natureza!
A ideia seria então, através da concentração num objecto à nossa escolha, criarmos um negócio. Primeiramente, o professor Ricardo pediu-nos que nos abstraíssemos de tudo o resto, que nos posicionássemos numa zona confortável à nossa escolha e que não falássemos com ninguém.
Concentrar a respiração e focarmo-nos numa zona do nosso corpo seria ideal para deste modo nos centrarmos no nosso "eu" e assim conseguirmos ter ideias interessantes.
O objecto que eu escolhi (mas não colhi) foi uma papoila. E porquê uma papoila? A papoila pela sua característica cor laranja, lembra-me a alegria. Por ser uma cor quente, lembra-me o Verão! Então a minha ideia de negócio surge um bocado nesse sentido...
Considero-me uma pessoa observadora e tenho notado que muitas pessoas que se deslocam ao Serra Shopping na Covilhã no Verão (e até no Inverno) para comer gelados de propósito na Olá. Daí surge a minha ideia de criar p.e. numa localização mais acolhedora e natural, o conceito de uma gelataria. O que tenho reparado é que apesar das pessoas gostarem de se deslocar ao Serra Shopping para comer o seu adorado gelados (e variados do gelado) passam lá pouco tempo dentro do estabelecimento, talvez pelo facto de não lhes oferecer nada mais apelativo, para além do prazer de saborear o gelado. Então a minha sugestão seria, criar esta gelataria numa zona verde agradável à vista como é o Jardim do Lago.
Como infelizmente, nem tudo na nossa cidade tem bons resultados, penso que se a marca Santini se aliasse a esta ideia de negócio, iria trazer muitos benefícios no posicionamento da qualidade dos gelados. Tendo em conta que esta marca tem um equity bastante forte em Portugal e não só, seria de facto uma mais valia para o negócio.
O negócio dos gelados é de certa forma sazonal, embora ainda existam muitos apreciadores que os consomem em todas as épocas do ano. No entanto, de modo a que no Inverno a gelataria/crepearia não perdesse a sua clientela, a ideia será também complementar o serviço aos clientes através de outras alternativas que não apenas o gelado, como por exemplo, crepes, waffles, bebidas quentes (capuccino, chocolate quente, café de viena, entre outros), bebidas frias (p.e. batidos e cocktails). Mesmo assim, todos os produtos acima supracitados poderiam ser acompanhados de uma bola de gelado e assim a essência do négocio mantinha-se!
Muitas ideias podem surgir aquando a implementação do negócio, como por exemplo, a criação de workshops para as crianças, de modo a que estas aprendessem a fazer o seu próprio gelado de uma maneira mais saudável (com menos açúcar e mais leite e vitaminas); a realização de festas temáticas também poderiam até ser uma mais valia para a própria gelataria, p.e. festas de aniversário, festas no Dia dos Avós, entre outras.
Tendo em conta que a introdução de novas características nos produtos é importante para o cliente, a gelataria também poderia ser pioneira na criação de novos sabores, como por exemplo, o sabor da Cereja do Fundão e aqui, aliar-se ia um novo conceito através do know-how dos produtores deste fruto...
Eu sei que todas estas ideias são um tanto ou quanto sonhadoras da minha parte, mas "é o sonho que comanda a vida" e é a partir do sonho que nós ganhamos motivação para traçar um rumo à nossa vida!
actividade de campo - a flôr amarela
Estando no sopé da Serra da Estrela a exercitar técnicas Tibetanas permitiu-me observar a divisão, a fronteira entre a natureza e o início da área urbana. Do lado da natureza destaca-se uma bela flôr, cujo nome desconheço, mas a sua tonalidade amarela merece um olhar mais atento pela beleza que tem no quadro verdejante em que me posiciono.
Do outro lado da fronteira, começa a área urbana com edificações recuperadas e outras em total ruína que o tempo há-de definir com mais rigor.
Estou, portanto perante um quadro natural, por um lado da biodiversidade das plantas, da vegetação que desconheço, por outro as ruínas do lado urbano, que de algum modo afecta a paisagem e não faz a transição.
Era inspirador idealizar desta fronteira uma transição com conhecimento criando um Centro Interpretativo da Biodiversidade onde tal flôr amarela avistei.
Projectar a reabilitação de edificação para criar este Observatório da Biodiversidade da Serra da Estrela, possibilitava além de reabilitar as edificações, catalogar as espécies predominantes. Com isto conseguia-se: dar uso a edificações abandonadas e descobrir espécies que poderiam gerar oportunidades e fixar negócios ligados à cosmética e chás. Quem sabe despertar interesse académico e desenvolver conteúdos programáticos.
Foi um momento relaxante, tranquilo !
Do outro lado da fronteira, começa a área urbana com edificações recuperadas e outras em total ruína que o tempo há-de definir com mais rigor.
Estou, portanto perante um quadro natural, por um lado da biodiversidade das plantas, da vegetação que desconheço, por outro as ruínas do lado urbano, que de algum modo afecta a paisagem e não faz a transição.
Era inspirador idealizar desta fronteira uma transição com conhecimento criando um Centro Interpretativo da Biodiversidade onde tal flôr amarela avistei.
Projectar a reabilitação de edificação para criar este Observatório da Biodiversidade da Serra da Estrela, possibilitava além de reabilitar as edificações, catalogar as espécies predominantes. Com isto conseguia-se: dar uso a edificações abandonadas e descobrir espécies que poderiam gerar oportunidades e fixar negócios ligados à cosmética e chás. Quem sabe despertar interesse académico e desenvolver conteúdos programáticos.
Foi um momento relaxante, tranquilo !
Relatório da Atividade
de Criatividade
Passa o Chapéu
No âmbito da Unidade Curricular de Marketing
Empreendedor e Criatividade, foi-nos solicitado que desenvolvemos uma
atividade de modo a incentivar a criatividade da turma.
A nossa
atividade consistiu em organizar a turma por grupos, neste caso foram feitos
três grupos, e distribuir um chapéu por cada grupo com um problema. Os problemas
propostos foram:
- legalização
das drogas leves;
- legalização
das casas de alterne/prostituição;
- legalização
do casamento dos padres.
Em seguida
foi solicitado aos grupos que perante o problema apresentado escrevessem, nos
post-it colocados dentro dos chapéus, cinco atributos relativos ao problema.
Estes atributos
eram:
- uma caraterística;
- uma
emoção;
- uma perceção
geral;
- um recurso;
- um
benefício.
Posto isto,
os chapéus foram trocados entre os grupos e foi novamente solicitado que
escrevessem uma solução perante os cinco atributos apresentados.
Para finalizar,
os chapéus voltaram a rodar entre os grupos e foi pedido que lessem todos os
atributos e solução apresentada do problema. Deste modo foi iniciado um debate
de modo a perceber se o grupo estava de acordo com o que era proposto pelos
outros grupos.
Tendo em
conta que a atividade era promover a criatividade, os alunos corresponderam
pelo modo como desenvolveram os atributos e as soluções para os três problemas.
No entanto por se tratarem de temas um pouco sensíveis, após a discussão e no
nosso entender, os alunos não mudaram as suas opiniões face aos problemas
apresentados.
Grupo 6: Daniel
Almeida, Davide Anselmo, Manuel Martinho, Mariana Nave
Relatório de atividade de criatividade
No âmbito da disciplina de Marketing
Empreendedorismo e Criatividade, desenvolvemos uma atividade para fomentar a
criatividade dos membros da turma.
O plano da atividade subordinou-se ao
tema da requalificação dos edifícios industriais da Covilhã, pois achamos que
poderiam sair ideias para dar nova vida aos imoveis da cidade.
A atividade propriamente dita consistiu
na distribuição pelos alunos, agrupados em três grupos, de folhas de uma cor
identificativa do grupo com as quais deviam fazer aviões com as suas ideias
para requalificação dos edifícios.
Em seguida foi pedido aos grupos que
colocassem as suas ideias na orbita de outro grupo, agora a ideia era
confrontar os grupos com as ideias dos outros grupos e fazer com que estas
alimentassem por um lado novas ideias advindas do que vinha escrito nos aviões
e por outro lado que escrevessem melhorias propostas para as ideias propostas
anteriormente.
Posto isto, colocaram-se novamente os
aviões no ar já com os combustível de mais ideias sugestões e melhorias…até que
estes chegaram novamente à sua base de origem, de onde partiram com apenas
alguns traços e de onde vinham já com uma imagem mais nítida, pois a atividade
proporcionou uma estratégia de criatividade mas também uma estratégia WIN-WIN,
pois todos ficaram a ganhar com o enriquecimento e amadurecimentos das ideias
de cada um.
No final reuniram-se as melhores ideias,
analisou-se qual delas seria a mais viável e a turma achou que entre as
inúmeras sugestões mais ou menos aperfeiçoadas que foram criadas o melhor
destino para os edifícios seria habitação social.
Nós como grupo organizador, consideramos
interessante o desenrolar das ideias que partiram num sentido, tomaram um rumo
ou aperfeiçoamento de outra mente criativa e a tornaram tão distinta ou não do
que partiu.
Grupo 05: Ana Abrantes
Ana Marcos
Vasco Taveira
Vitor Costa
quinta-feira, 19 de junho de 2014
ACTIVIDADE DE CAMPO
Preparação da Actividade
No dia 31 de Maio, um sábado, durante a aula de MEC o Professor Ricardo convidou a turma a realizar uma actividade um tanto ou quanto diferente.
Diferente porquê? Porque foi num ambiente de natureza, caminhamos um pouco para chegar a um espaço verde e aí foi-nos atribuído o briefing da actividade.
Tinhamos de nos separar, encontrar um lugar sozinhos, achar um objecto inserido no ambiente de natureza e fazer exercícios de meditação; posteriormente à meditação tinhamos , através do objecto escolhido, de encontrar um negócio.
O MEU CASO
Actualmente não sou das maiores fãs da natureza, por causa dos bichos, das plantas que se agarram a nós e do cheiro quente dos dias de sol.
Contudo, pensei que não ia custar assim tanto, era um bom momento para me reencontrar com a Natureza, algo que já não acontece com tanta regularidade. Aceitei o desafio e ao deslocar-me para o lugar escolhido, agarrei uma pequena flor, com pétalas delicadas brancas.
Olhei para o objecto e a primeira pergunta que me fiz foi "Como é que tu vieste aqui parar?" - a imagem do lugar onde realizamos o exercício era de verduras rudes, árvores grandes, fetos, e depois ali, no meio do caminho um pequeno "óasis" de flores lindas e delicadas.
Fiz os exercícios de respiração que o professor propôs, acalmei-me e foquei logo a minha atenção apenas para a pequena flor escolhida.
Radiografei a flor, pétalas muito suaves, encostei-as à minha face e eram fofas, mas muito débeis, uma das pétalas acabou logo por cair; o núcleo da flor era amarelo com uns espigos e o caule peludo com matizados bordeau e verde.
NEGÓCIO
Rapidamente me ocorreu a ideia de organizar uma plantação de árvores, uma fundação amiga do ambiente para sensibilizar adultos que se desligam à medida que a vida passa da natureza. EIS QUE SE DÁ A LUZ : promover jardins interiores. A ideia do meu negócio seria então a criação de uma empresa criativa de jardins interiores - passo a explicar:
- Seria a pedido dos clientes
- em pequenas áreas dentro de casa
- jardins de pequenas dimensões onde poderiam plantar roseiras, girassóis, bambus, à escolha do cliente
- empresa teria vários jardins de amostra para o cliente escolher ou poderia ser personalizado
- empresa teria ainda todas as plantas à venda, como sementes ou já crescidas
A empresa ainda teria prácticas de sensibilização para as crianças dos clientes fidelizados, realizando várias actividades para as crianças:
- lançamento no local da empresa de balões com sementes de girassol p.e (dia específico - aniversário da empresa)
- reflorestação de uma área em que as crianças escolhiam o tipo de árvore que queriam cuidar (dia da árvore)
- plantar legumes e colhê-los quando fosse a época para isso (dia da criança)
- caça ao tesouro na natureza por equipas (dia do trabalhador)
A empresa teria jardineiro, designer de interiores, engenheiro. Os pontos fortes do meu negócio aponto os seguintes 4 aspectos: há cada vez mais pessoas preocupadas com a sustentabilidade do nosso planeta; existia um momento de introspecção durante a actividade de jardinagem; ambiente verde dentro de casa (para quem não tem oportunidade de ter um jardim exterior); e respeito pela natureza.
Ainda pensei em possíveis nomes para a empresa: EDEN GARDENS - JARDINS À MEDIDA - ECO JARDINS - DREAM GARDENS - JARDIM DE SONHO - PLANTO EU COLHES TU - FRIENDS WITH NATURE - GARDENS KEEPER - GARDENS MAKER - BREATHE GREEN.
Admito que sou uma sonhadora, mas acredito que podemos e devemos restabelecer as ligações com a natureza.
Gostei muito da actividade!
ACTIVIDADE DE CAMPO
Sempre gostei de tranquilidade, de lugares que transmitem paz e simultaneamente vida.
Era dia 31 de Maio e o sol brilhava. Caminhámos em direcção à floresta, o percurso foi curto mas valeu a pena.
O Professor lançou o desafio e a actividade começou.
Sentei-me numa pedra. Pensei a natureza, senti-a. Não vi apenas ávores, ervas, folhas... Não ouvi apenas os insectos. Lembrei-me de Alberto Caeiro, um dos heterónimo de Fernando Pessoa. O poeta que afirmava "Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, Mas porque a amo, e amo-a por isso." O meu heterónimo favorito e não por um mero acaso.
Foquei-me numa folha, numa simples folha verde e pensei na sua cor e na vida que ela própria nos transmite. Parti a folha, dividi-a em pedaços e no meio de tanta divisão lembrei-me do malmeque.
No verde que também tem, no branco que associamos à paz e no amarelo que associo à energia, à vida.
É num simples malmequer que está a minha ideia de negócio. Podemos usá-lo para fins cosméticos, medicinais e até mesmo na culinária.
Com o malmequer facilmente conseguimos conjugar tudo e criar uma marca de sucesso com um só produto a ter diversas finalidades.
Aqui está a minha ideia de negócio. Claro que é importante estudar a sua constituição com a finalidade de conhecermos os benefícios que podre trazer à vida de cada um de nós.
Após isso, porque não criar perfumes de malmequer, cremes hidratantes, shampoo?? Enfim, pode eventualmente servir como uma planta aromática.
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